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Federação Paranaense de Judô cria comissão de crise covid-19

Vitor Cesar Moreira, presidente da comissão de crise


Comissão foi criada para desenvolver um plano de contingenciamento que estabeleça as diretrizes de cada coordenação no próximo semestre

Judô Paranaense 22 de junho de 2020 Por ISABELA LEMOS I Fotos FPrJ Curitiba – PR

No dia 6 de junho, a diretoria da Federação Paranaense de Judô (FPrJ) realizou sua primeira reunião em ambiente virtual, utilizando o aplicativo Google Meet. Nela, foram discutidos assuntos referentes à gestão da modalidade. Além disso, criou-se a comissão de crise covid-19 FPrJ com o intuito de elaborar um plano de contingenciamento, no qual serão determinadas as decisões de cada coordenação no próximo semestre do judô paranaense.

Para o presidente da FPrJ, Luiz Hisashi Iwashita, o momento requer mais atenção da federação, que pretende estabelecer um plano que atenda às demandas de todas as regiões do Estado.

“Vivemos um cenário de dúvidas e incertezas, mas temos de ser criativos e otimistas. Nossa principal meta é desenvolver procedimentos que acelerem a retomada das aulas nos dojôs e viabilizem alguma atividade no segundo semestre”, disse o dirigente.

Helder Faggion, representante da Região Norte e presidente da Comissão Estadual de Grau


O plano de contingenciamento será baseado no que cada coordenação propuser. Após reunir todas as informações, serão informados os órgãos oficiais do Estado e a Confederação Brasileira de Judô (CBJ). O presidente da comissão de crise, Vitor Cesar Moreira, anunciou que o plano já começou a ser desenvolvido.

“O primeiro passo foi documentar todas as informações e demandas das coordenações. O relator será Marcos Paulo de Castro, um judoca e advogado que aceitou o convite para compor a comissão. A partir das ideias reunidas, o advogado redigirá um documento, junto com o professor Carlos André Kussumoto e com apoio dos demais membros.”

Walter Kazunori Babata, professor kodansha shichi-dan (7º dan) e delegado da Região Noroeste


O presidente da comissão explicou que, no plano de contingenciamento, constarão cursos de kata, nage-no-kata, técnicas e arbitragem, além de ideias para a organização dos próximos exames de faixa. Moreira prevê que, temporariamente, os exames de faixa não se realizarão da forma tradicional e poderão ser regionalizados pela FPrJ. Segundo Vitor Cesar Moreira, tudo está sendo documentado para avaliação da diretoria antes de ser encaminhado.

Edilson Hobold, representante da Região Oeste, professor kodansha roku-dan (6º dan) e coordenador do departamento de educação da FPrJ


O plano de retomada das aulas presenciais seguirá o processo de retomada das atividades empresariais e escolares de cidades como Curitiba e Guarapuava. “Estamos pegando alguns exemplos, como o de Campo Mourão, cidade do professor e membro da comissão Walter Babata, para montarmos o nosso plano. Entretanto, isso vai depender de liberação da Secretaria Estadual de Saúde”, disse o presidente da comissão.

Moreira explicou que há regiões e cidades em que as academias estão liberadas para aulas de judô, sem contato físico direto e com os alunos ocupando espaços específicos. Há também cidades em que a reabertura não foi autorizada. Por isso, a comissão preocupa-se com a regionalização, tendo escolhido representantes de cada região do Estado para compor o grupo. Integram a comissão professores que podem auxiliar em todas as áreas: saúde, tecnologia, eventos e ensino a distância.

Carlos André Kussumoto, representante da Região Sul e coordenador de eventos da FPrJ


A comissão de crise covid-19 da FPrJ é composta por Vitor Cesar Moreira, presidente; Helder Faggion, representante da Região Norte e presidente da Comissão Estadual de Grau; Walter Kazunori Babata, professor kodansha shichi-dan (7º dan) e delegado da Região Noroeste; Edilson Hobold, representante da Região Oeste, professor kodansha roku-dan (6º dan) e coordenador do departamento de educação da FPrJ; Carlos André Kussumoto, representante da Região Sul e coordenador de eventos da FPrJ; Reinaldo Francisco, representante e delegado da Região Centro-Sul; e Marcos Paulo de Castro, advogado e relator da comissão.

Reinaldo Francisco, representante e delegado da Região Centro-Sul


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